Sobre

Comecemos pela semântica.

Junção do substantivo próprio Bruno, que quer dizer moreno, ou marrom em latim, com o adjetivo simples “Urbano” que é relativo ao centro da cidade e à civilização.

O tal Bruno moreno sou eu. Talvez por total coincidência. Meu nome, segundo a minha mãe, era para ser Eduardo, mas minha madrinha não gostou muito e sugeriu “Bruno”.  Acho meu nome um tanto quanto desvalorizado, todo mundo tem, ou conhece alguém chamado assim. Descobri inclusive que é um nome muito comum na Itália. Aqui no Brasil também é, eu mesmo conheço um monte, mas como gostamos de nos espelhar na Europa, por que não usar a referência mais top?

Urbano é o que faz parte do Bruno. Além da minha educação familiar e escolar, parte do que sou hoje provém de interferências externas do meio urbano. Desse caos todo que qualquer pessoa, que precisa utilizar com frequência algum serviço público de sua cidade, acaba participando. Experiências do cotidiano, os problemas enfrentados dia-a-dia, a correria, o atraso, o monóxido e o dióxido de carbono respirado todos os dias. O meio digital acaba sendo um meio urbano, afinal, nada mais é que um reflexo de experiências alheias dos cidadãos das metrópoles (em maioria) que passam pelas mesmas, ou semelhantes, aventuras em todo o canto do mundo.

Brunurbano então é tudo o que envolve o que o tal Bruno observa, filtra, desenvolve e devolve sobre os fatos que ocorrem ao seu redor.

Opinativo? Sim. Parcial? Talvez.

Tento sempre ser neutro. Mas não. Não precisa torcer o nariz sobre minha possível localização em cima de um muro ideológico. Obviamente tenho uma posição sobre o que digo, mas prefiro a construção compartilhada do pensamento do que apenas pessoas concordando ou discordando de algo.  É mais completo e não estou aqui para massagear meu ego com comentários elogiosos ou querendo audiência levantando polêmicas infundadas. Sâo simplesmente observações e pontos de vistas a serem expostos. Coisas que muitas pessoas pensam a respeito, mas por conta dessa “coisa toda do dia-a-dia”, acabam esquecendo de comentar, de refletir e de tentar criar um senso comum que seja justo para todos.

Já que eu me apresentei, agora é sua vez.

Espero que participe dos posts. Não é um pedido. Apenas espero. É um desejo de ter falado algo que você adorou, detestou, se divertiu, não importa. Mas que foi relevante ao ponto de você sentir-se na vontade de participar, fazendo um comentário que complemente meus textos de alguma forma.

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